sábado, 28 de abril de 2012

[Review] B.A.P Comeback: POWER



E começamos agora mais um review, dessa vez falando do mini álbum POWER, que é projeto de um dos grupos mais promissores lançados nesse começo de 2012, o B.A.P.
Os Teasers  e a Expectativa…
Pouco reveladores. Sem muitas fotos ou vídeos, os anúncios da gravadora sobre o retorno do B.A.P foram simples e não mostravam quase nada do que se veria no MV ou na música. Apesar de isso nos deixar super curiosos, esse sentimento tem seu lado bom, pois ajuda a subir as expectativas. Porém, mesmo com isso, eu confesso que não esperava muito desse mini álbum. Eu imaginava que, pela manutenção clara do espírito de debut, o grupo cairia em uma espécie de “marasmo conceitual”, estando fadado a sempre apresentar a mesma coisa. Mas para minha felicidade e de todos os fãs, me enganei completamente.
O Conceito…
Consistente, mas inovador. Quando o release aconteceu, assisti o MV várias vezes, e corri a ouvir o restante das músicas. O fato de o conceito ter a mesma essência de Warrior, mas com mudanças no visual dos membros, transformou essa sequência de trabalho em algo realmente incrível. A imagem do grupo continua sendo extremamente masculina, forte e imponente, mas sem fazer a gente ficar enjoado. Mudança na medida certa.
O Mini Álbum…
Em sintonia com o conceito. A única coisa de que se pode reclamar do Mini Álbum é que tem poucas músicas (quatro, contando com a faixa título e a Intro). Fora isso, só elogios: A sequência musical foi muita bem definida, a qualidade das músicas é ótima e a variação de estilo se limita ao que o B.A.P sabe fazer melhor: Hip Hop agressivo, mas sem deixar de fazer uma boa ballad pra fechar. Power é sem dúvida a melhor música, mas como eu já disse, as outras não ficam pra trás, principalmente What the hell.
O MV de Power…
Impressionante. Certa vez usei essa mesma palavra para descrever Warrior, e é com orgulho que a repito para definir Power. A imagem do grupo é muito, muito forte no vídeo. Os cenários inóspitos, a batida forte, o hip hop bem feito, o jogo vocal, os figurinos… Tudo perfeito dentro do conceito. E pra colocar uma enorme cereja no topo desse bolo, a coreografia.
A interação com os elementos de cena, como os sprays, aliada a jogos visuais maravilhosos, como danças na poeira ou na água, ou mesmo o uso de câmeras lentas, móveis ou invertidas, deixou a coreografia de Power exatamente como ela deveria ser: uma transcrição visual e completamente fiel do conceito da música.
E pra finalizar o review, tenho de falar sobre algumas partes que me deixaram de boca aberta. A primeira, o rap principal do Zelo, que além de impecável teve um apelo cenográfico memorável, com ele dando aquele salto pra frente em câmera lenta. E a segunda, obviamente, a parte da coreografia com os sprays. Coisa de mestre, nada mais, nada menos.
E é isso, terminando mais um review. Não deixem de comentar e também de acompanhar as noticias e apresentações do B.A.P aqui no Power Kpop !

*Não retire sem os devidos creditos*

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